Ela anda de cabeça baixa e inconstante. Passa a mão nos cabelos compridos e se esconde incompleta. Todos a veem desconfiados. Cochicham. Viram o olhar em sua direção. Ela não suporta. Chora. Sai correndo e se tranca. Mesmo assim busca forças e se abre. E sem alivio que a sustente, deixa fluir a ternura de uma flor despedaçada pela dor e por um medo até então desconhecido.
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