Na viagem a São Paulo, ele carregava além da mala, seu passado sofrido na terra quente do Maranhão. Ouvia falar do frio, da poluição e até da violência. Mas sabia que seu futuro pertencia a si mesmo, porque na sua íris, o destino já era incerto. Era o primeiro e último passo de sua chegada, sem partida de volta. Na nova terra, era um sem terra, sem teto e sem ter para onde ir.
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